FENABOR

Luta contra concorrência desleal dos pneus importados continua firme e forte: FENABOR participa de Audiência com Ministro Guilherme Boulos no Palácio do Planalto

Na tarde desta segunda-feira, dia 27 de abril, a delegação da FENABOR formada pelo nosso presidente Márcio Ferreira, pelos diretores Josué Pereira do SindBorracha Camaçari e Edinelson Azevedo do SindBorr Americana e pelos assessores Ortelio Cuesta e Valter Paixão, foi recepcionada pelo Ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos em seu Gabinete no Palácio do Planalto.

A pauta dessa audiência ministerial foi o recrudescimento da crise na indústria pneumática instalada no nosso país com o crescimento desenfreado da concorrência desleal dos pneus importados, onde não existe respeito a isonomia de mercado e milhares de postos de trabalho podem ser eliminados caso a situação não se reverta.

O presidente Márcio em sua explanação trouxe todo o histórico da luta da FENABOR em defesa dos empregos no setor pneumático e no ecossistema da borracha desde que o governo Bolsonaro ZEROU as alíquotas de importação de pneus em janeiro de 2021. Nestes 5 anos com o apoio do governo Lula, principalmente através do Ministro do Trabalho e do Ministério da Indústria e Comércio, conseguimos garantir alguns avanços, tais como o restabelecimento da taxa de importação de 16% para os pneus de carga e a elevação da taxa de importação de pneus de passeio para 25%, bem como o estabelecimento de medidas protetivas emergenciais. Porém, com a atual participação de 70% do pneu importado no mercado brasileiro contra 30% do pneu nacional fica claro que devemos ser mais contundentes no embate contra o importador que traz para o Brasil um produto de qualidade duvidosa, que agride o meio ambiente e que põe em risco a segurança do consumidor.

O ministro Boulos ouviu atentamente as colocações do presidente Márcio e já de saída se comprometeu a intermediar uma reunião da Fenabor com o Ministério do Meio Ambiente e com a Secretaria de Desenvolvimento do MDIC.

Portanto, o saldo foi positivo e queremos avançar mais ainda na interlocução com os órgãos governamentais para que a cadeia produtiva de pneus do Brasil não seja totalmente destruída.

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